Capa da apresentação do Trabalho de Conclusão da Especialização em Saúde da Família de Carlos Toledo sobre prevenção da dengue no cárcere feminino por meio do teatro.

Capa segura da apresentação do Trabalho de Conclusão. Fotografias internas da intervenção não são publicadas.

Trabalho de Conclusão de Especialização · 2026

TCC defendido em Aprovado · Nota 10

Prevenção da dengue no cárcere feminino por meio do teatro: relato de microintervenção da equipe de Atenção Primária Prisional no Instituto Penal Oscar Stevenson, Rio de Janeiro/RJ

Trabalho de Conclusão da Especialização em Saúde da Família — PEPSUS/UFRN, defendido em 10 de agosto de 2026 e aprovado com nota 10. O estudo relata uma microintervenção educativa baseada no teatro para fortalecer a prevenção da dengue entre mulheres privadas de liberdade no Instituto Penal Oscar Stevenson, no Rio de Janeiro.

Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) · Programa de Educação Permanente em Saúde da Família (PEPSUS)

Contexto e leitura da publicação

O trabalho apresenta uma experiência desenvolvida no contexto da Atenção Primária Prisional, no Instituto Penal Oscar Stevenson, unidade prisional feminina localizada no município do Rio de Janeiro. A proposta surgiu diante da necessidade de fortalecer estratégias de educação em saúde para prevenção da dengue, considerando os limites de abordagens exclusivamente expositivas e a importância de metodologias mais participativas, dialógicas e contextualizadas.

A microintervenção articulou rodas de conversa, construção coletiva de roteiro, ensaios e uma apresentação teatral concebida com participação das próprias mulheres privadas de liberdade e da equipe de saúde. O teatro aproximou informações técnicas do cotidiano da unidade, estimulou a participação e favoreceu a circulação de orientações entre pares.

Principais eixos

  • A experiência envolveu diretamente 12 mulheres privadas de liberdade na construção e apresentação da peça, contou com nove monitoras de saúde e alcançou, direta e indiretamente, mais de 150 mulheres privadas de liberdade.
  • O trabalho descreve maior envolvimento nas atividades educativas, fortalecimento da educação entre pares e ampliação do diálogo sobre prevenção da dengue.
  • A conclusão destaca a pertinência de metodologias participativas e culturalmente situadas na Atenção Primária Prisional, com escuta, protagonismo, vínculo e participação das próprias mulheres na construção das práticas de cuidado.
  • Durante o período acompanhado após a intervenção, não houve registro de casos suspeitos ou confirmados de dengue entre as participantes diretamente envolvidas, sem atribuição causal exclusiva à microintervenção.

Movimento no site

O acervo continua circulando.

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